Imposto Seletivo (IS) em 2027: Como o novo tributo vai redefinir custos no transporte de cargas e logística
Imposto Seletivo (IS) em 2027: Redefinição de custos para transporte e logística. Impacto em combustíveis, IVA Dual e novas obrigações. Guia de preparo essencial para transportadoras.
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Resposta direta
Imposto Seletivo (IS) em 2027: Redefinição de custos para transporte e logística. Impacto em combustíveis, IVA Dual e novas obrigações. Guia de preparo essencial para transportadoras.
Perguntas-chave
- O que Imposto Seletivo muda na prática para o contribuinte?
- Como IS afeta planejamento e tomada de decisão?
Imposto Seletivo (IS) em 2027: Como o novo tributo vai redefinir custos no transporte de cargas e logística
IS em 2027: O que muda no fluxo de caixa das transportadoras já no próximo ano
O Imposto Seletivo (IS), previsto na Lei Complementar 214/2025, entra em vigor em 2027 como parte da Reforma Tributária. Para o setor de transportes, o impacto será direto: combustíveis — principal insumo do segmento — terão incidência do IS, elevando custos operacionais. Enquanto caminhões e veículos de carga estão isentos do tributo, a cadeia logística enfrentará desafios de repasses de preços, gestão de créditos do IVA Dual (CBS + IBS) e novas obrigações acessórias.
Como o IS funciona: Monofasia e não-cumulatividade limitada
Diferente do IVA Dual (CBS e IBS), que opera com não-cumulatividade plena e compensação de créditos, o IS é monofásico: incide apenas uma vez na cadeia (produção ou importação) e não gera créditos tributários. Isso significa:
- Combustíveis: Alíquotas ainda não definidas, mas a expectativa é de impacto no diesel e gasolina, com possível repasse para fretes.
- Veículos: Alíquotas variáveis conforme eficiência energética e emissão de gases — elétricos e adaptados para PCDs são isentos.
- Bens minerais: Minérios e derivados terão IS, mas exportações são isentas.
Setor de transportes: 3 riscos e oportunidades sob o IS
Para CFOs e gestores, o IS exige planejamento imediato. Veja os principais pontos de atenção:
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Aumento de custos com combustíveis:
O IS sobre derivados de petróleo pode elevar o preço do diesel em até 10% (estimativa inicial). Empresas devem:
- Revisar contratos de frete com cláusulas de repasse de custos.
- Otimizar rotas e frota para reduzir consumo.
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Créditos do IVA Dual: Como compensar?
Embora o IS não gere créditos, insumos usados no transporte (como pneus e peças) geram créditos de CBS e IBS. A estratégia é:
- Mapear todos os insumos elegíveis para créditos.
- Investir em sistemas de gestão tributária integrada para evitar perdas.
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Compliance e novas obrigações:
A partir de 2027, transportadoras deverão:
- Declarar o IS em notas fiscais eletrônicas (NF-e).
- Manter registros detalhados de combustíveis e insumos para auditorias.
- Adaptar sistemas de gestão para segregar custos com IS (não creditáveis) dos demais tributos.
Tecnologia como aliada: Por que o TMS se torna obrigatório
Com a complexidade do IS e do IVA Dual, planilhas e ERPs genéricos não serão suficientes. Um TMS (Transportation Management System) especializado, como o Bsoft TMS, é essencial para:
- Automatizar o cálculo de créditos de CBS/IBS.
- Gerar relatórios de impacto do IS no fluxo de caixa.
- Integrar dados fiscais com a contabilidade para compliance.
"A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de alíquotas, mas uma transformação na forma como as empresas gerenciam custos e riscos fiscais. Quem não se preparar agora, perderá competitividade em 2027." — Especialista em compliance tributário da Nova Regra.
Checklist para transportadoras: O que fazer até 2027
- Auditoria de insumos: Identificar quais itens geram créditos de CBS/IBS e quais terão IS.
- Revisão de contratos: Incluir cláusulas de repasse de custos com IS em fretes e logística.
- Treinamento de equipes: Capacitar contabilidade e operações sobre as novas regras.
- Investimento em TMS: Escolher um sistema com módulos fiscais específicos para o setor.
- Simulações de impacto: Projetar cenários com diferentes alíquotas de IS para ajustar preços.
O que ainda não está definido (e como monitorar)
Três pontos críticos aguardam regulamentação:
- Alíquotas do IS: Ainda não há definição para combustíveis, bebidas e veículos. Acompanhe atualizações no site da Receita Federal.
- Regras de exportação: Produtos isentos de IS na exportação podem ter exceções. Consulte a LC 214/2025 para detalhes.
- Obrigações acessórias: O formato da declaração do IS (possivelmente via EFD-Contribuições) será definido em 2026.
Próximos passos: Empresas do setor devem iniciar testes em ambientes de homologação fiscal já em 2026, para evitar surpresas no início da vigência do IS.
Fontes originais:


